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Identificando e Reagindo à Idolatria - Por Thiago da Mata

  • 29 de mar.
  • 1 min de leitura


A idolatria nem sempre surge de um pensamento pecaminoso, por isso é necessário reconhecer os desejos do nosso coração e nos voltar à Palavra de Deus em busca da vontade do Senhor.

Quando o assunto são os desejos do coração, é muito possível afirmar que todos entendem um pouco sobre eles. Afinal, quem não deseja algo na vida?

Agora, será que os nossos desejos são sempre pecaminosos? A resposta é: não, com certeza não! Todo desejo que está de acordo com a verdade da Palavra é genuíno e glorifica a Deus, certo? O problema é que, infelizmente, além dos desejos pecaminosos (Tiago 1.13-15), somos rápidos em tornar um desejo genuíno e puro em pecaminoso e contrário à vontade revelada de Deus.

O problema é quando a vida passa a ser vivida e encarada a partir desse desejo.

Pense comigo naquela pessoa que tem o desejo de se casar e constituir uma família. Nós concordaríamos que é um desejo correto e bíblico (Gênesis 1.28; 2.24), não é mesmo? Mas, então, qual é o problema? O problema é quando a vida passa a ser vivida e encarada a partir desse desejo. Ou seja, o “desejar” ter alguém ao seu lado não é pecado, mas torna-se quando ele governa a sua vida de tal forma que se tornou alvo do amor e adoração, quando apenas Deus deveria ser (Mateus 22.36-38; João 4.24).

 
 
 

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